MISSÃO E VALORES DO LAR SANTA MARIA DA PAZ:

 

Missão

 

“Acolher e garantir assistência material, moral, social e espiritual aos idosos carentes sem distinção de crença, raça, cor ou nacionalidade. Assegurando sua autonomia física e mental”.

 

 

Visão

 

          “Ser uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) de referência no Brasil como o melhor lugar para se viver e trabalhar”.

Desde a gestão do prefeito Binho Barreto (1989 – 1992) a cidade aprendeu a conviver com o CAES – Centro Assistencial Espírito Santo, implantado no antigo Colégio Espírito Santo. A velha edificação, que pertencia a um médico paulista, foi readquirida a partir de uma campanha idealizada pela irmã Terezinha Rodrigues, uma sonhadora, que levantou a bandeira em favor dos velhinhos e das crianças carentes. Na gestão do prefeito Nilton de Brito o CAES funcionou inicialmente como sede da Secretaria Municipal de Ação Social, cuja titular era dona Ilva Porto Faria, e também o Departamento de Cultura e a escolinha de arte. Concomitantemente foi plantada a semente da creche professora Zulmira Garrido Portella, estabelecida nas imediações do Banco HSBC, onde mais de 100 crianças recebem atendimento gratuito.

Depois veio o Lar Santa Maria da Paz, o nosso conhecido “asilo dos velhinhos”. Em 1995, a ideia inicial era manter a Secretaria de Ação Social e o Lar Santa Maria da Paz juntos, mas com a chegada das freiras da congregação das “Irmãzinhas dos Anciões Desamparados”, formada por religiosas vindas da Espanha, onde ficou decidido que o edifício seria destinado exclusivamente a internação de idosos. Imediatamente o prefeito Nilton de Brito tirou os órgãos municipais do prédio, permitindo assim o início das atividades do Lar Santa Maria da Paz, onde foram administrados 18 anos essa congregação.


Em setembro de 2013 a Superiora da Congregação das Irmãzinhas dos Anciões Desamparados enviou uma carta às autoridades municipais, informando que as irmãzinhas deveriam se retirar do asilo, por uma série de motivos. Mesmo assim, o prefeito Valério Tomazi interviu junto ao pároco e sua diocese, onde recorreu para diversas áreas políticas e juntamente com o clero, conseguiram não efetuar o fechamento do mesmo, onde em abril de 2014, foi entregue a uma nova administração, onde Luiz Carlos Santana Filho e a Associação Casa Irmã Dulce portadora do CNPJ: 07.590.356/0001-71, assumiram oficialmente o comando do asilo. A

 Associação Casa Irmã Dulce, hoje abriga em torno de 57 idosos, sendo que sua capacidade total no lar, é de 63 moradores. Além de um lar com paredes sólidas, muita limpeza, asseio pessoal, roupa lavada, lençóis, fronhas e cobertores limpinhos e um ambiente extremamente familiar, os internos da Associação Casa Irmã Dulce recebem quatro refeições diárias: café da manhã, almoço, café da tarde e janta além dos seus remédios e banhos nos horários devidos. Para ter direito a isso tudo, a esse conforto que dificilmente teriam em outro lugar, cada idoso paga 70% da sua aposentadoria, conforme prevê o Estatuto do Idoso. O restante é entregue aos familiares, que dão a ele a destinação que julgarem conveniente.